Fala-se muito em liberdade. Até que ponto somos livres?
Somos livres em todos os sentidos. Físicos e mentais. Podemos fazer o que quisermos, quando quisermos, das mais diversas maneiras.
Mesmo tendo o impedimento do superego, que nos impede de agirmos das mais variadas formas, isso pode ser resolvido: Podemos nos livrar dele e sair por aí, soltos.
Então penso que a grande questão sobre a liberdade não seria o fato de possuí-la ou não; são as consequências dos nossos atos o que realmente nos impede – ou não – de fazer o que der na telha.
Se há algo que nos escraviza é a consequência. É o day after, a tal da ressaca (moral ou física, ou os dois). A reação alheia, as situações criadas a partir das atitudes tomadas. Disso não temos escapatória – mesmo que não nos importemos com esse tipo de coisa.

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