Impressionante a quantidade de gente que embaça. Que fica repetindo os mesmos erros, que adora procrastinar, que fica dando voltas e mais voltas em torno de coisas que já morreram.

Que se apegam a fatos ocorridos há muito tempo, que ficam na inércia, que não conseguem sair da zona de conforto.

E o pior: Que sabem de tudo o que lhes faz mal, que sabem como alterar seus estados de sonambulismo voluntário, mas, por medo, ou comodismo, não o fazem.

Viver embaçado, desfocado, anestesiado, isso é mesmo viver?

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