julho 2010


Então você se perdeu algumas vezes durante a caminhada?

Não se preocupe: Você é apenas igual a todo mundo.

Então você conseguiu tirar lições dos momentos em que estava perdido?

Fique feliz: Você é exceção.

k

Anúncios

Bom, anteriormente eu disse que postaria minhas impressões sobre o livro do Vargas Llosa que estava lendo, o Conversa na Catedral.

E aí… terminei há um bom tempo, e me esqueci totalmente de comentá-lo.

Cara, eu acho simplesmente perfeito quando alguém consegue contar uma HISTÓRIA, longa, densa, completa. Com personagens muito bem feitos, aquela coisa dos esféricos que a gente aprende em literatura, e tal, todo um contexto histórico. Aquela história que te envolve, na qual você mergulha e vive dentro, vive com os personagens, enfrenta as lutas e as dores junto com eles.

Queria falar mais racionalmente (rs), falar mais sobre as questões abordadas no livro, políticas/sociais… mas o mais forte que fica em mim é essa quase que incredulidade: “Caraco, como pode uma mente criar tudo isso?”.

E aí já vou além, já penso num outro livro que li, Os Catadores de Conchas, da Rosamunde Pilcher, cuja história não tem nada a ver com o livro do Vargas Llosa, mas que é também densa, envolvente…

E vou mais além ainda, penso no Tolkien… esse sim era doido!

Loucura, né?

Huahsuhauhsuahha onde eu vim parar!!!

k

PEDRO – Quero roscas de canela!

EU (para a atendente) – Quatro roscas de canela, por favor.

PEDRO – Nossa, quatro roscas! Duas pra você e duas pra mim!

EU – Não, tem a vovó também.

PEDRO – Então duas pra mim, uma pra você e uma pra vovó!

EU – Claro que não! Três pra mim e uma você divide com a vó!

PEDRO – Criançona.

k