junho 2010


… Não será a seleção brasileira, nem as vuvuzelas, nem os shows de abertura, nem os jogadores belíssimos e seus corpos sarados.

Não.

A melhor lembrança será o jingle do comercial da Visa, o do troco!

E todas as suas variantes criadas pelas mentes insanas de minha família.

Parabéns ao(s) criador(es)!!! Essa musiquinha não sai da cabeça haushuahsuahsuausaushahsuaushuaha!

MUCHO BUENO! rs

k

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Hoje começa o ano regido por Aquário, vamos ver o quão bom será.

Fim de semana passado eu estava com a familinha na Liberdade, comendo quitutes orientais na praça, e eis que surge do nada uma figurassa, um poeta, que estava vendendo seu livro.

Olhou na minha cara e disse que eu era a página 78 (o cara é muito bom, faz a gente ficar curioso pra ler o que está escrito, claro. Eu tenho cara do poema da 78, quero ver então).

Pág. 78

“Loba”

Uma vez ou outra

A vida

Entre as luzes do dia a dia

Entre os desejos

De quem a vê.

Passava por vitrines

Da Paulista,

Onde em sonhos

Se refletia,

Beleza inigualável

A se ter

Macia pele.

Vestida de brilho

Da beleza ao fascínio

A ser

Fera Mulher.

Olivio Basievisctus

… Então, tá!

k

Deixar o passado para trás

Deixar que o que passou se vá

Olhar para frente e enxergar novidades no horizonte

Agarrar as oportunidades tão logo surjam

E entender a justiça divina (o mais difícil).

Entender que a vida é injusta

Que, às vezes,  a retidão do caráter e a bondade dos sentimentos não estão diretamente atrelados à boa fortuna

E que isto é apenas um meio que a vida acha para nos fazer aprender.

Deus, continue fazendo sua justiça – mas me ajude a entendê-la

Porque é complicado lidar com os reveses de vez em quando

Principalmente quando temos dentro de nós intenções tão boas!

k

Em tempos de muuuuuita internê e muuuuito tempo livre, fiquei viciada em esmaltes. Sempre gostei de comprar e aprendi há algum tempo a fazer minhas unhas razoavelmente bem. Mas eu era (sou) de Lua, tinha épocas em que fazia sempre e épocas em que minhas unhas simplesmente eram cortadas até o toco e só – sem arrumar as cutículas, sem base, sem nada.

E agora vários esmaltes, duas a três cores por semana, parei de tirar as cutículas*, blogs sobre unhas e esmaltes vistos sempre e uma pequena encomenda de dois esmaltes numa loja londrina chegou hoje em minha casa, para meu delírio consumista imenso – sendo que um dos esmaltes saiu de circulação há uma semana, porém a cor é um MUST – ráááá!!! rsrs. Além dos muitos esmaltes nacionais comprados etc e talz, e de ter uma amiga-irmã com quem compartilho essa mania – e que manda muito, mas MUITO bem em fazer as próprias unhas e as de outras pessoas: Gâm!

Minha mais nova empreitada neste mundo foi a criação de 4 cores exclusivas – duas que copiam esmaltes da CHANEL (desculpa, mas eu não pago R$ 90,00 num vidro de esmalte) e mais duas outras, todas elas ficaram ótimas.

Bom, devo afirmar que já vi muita coisa bem interessante nos blogs por aí: uma holandesa que tem as unhas mais perfeitas que já vi, outras que fazem verdadeiras obras de arte nas mãos (apesar de não curtir nail art, eu admiro a paciência dessa galera!), e me divirto com uns formatos engraçadíssimos de unha que as pessoas têm naturalmente, ou que elas mesmas fazem – unhas pontudas/triangulares são as mais bizarras.

Até que… OMG!!! Achei o Flickr de um CARA, um HOMEM, que pinta as unhas dos pés!

E são perfeitaaasssss rsrsrs olha que eu nem faço meu pé, só corto as unhas e de vez em nunca passo um hidratante! Mas se eu um dia resolver que quero fazer meus pés, vou pedir uns conselhos pra esse cara com certezaaaa!

k

*li um texto bem legal sobre inflamação crônica (à parte a propaganda do produto rs).

Existem momentos que são tão legais que não queremos que acabem.
Raras épocas em que paramos, olhamos e dizemos: está tudo bem, estou feliz agora.
Existem momentos que queremos tanto que acabem que não conseguimos pensar em outras coisas.
Épocas em que paramos e pedimos ao tempo que passe rápido, muito rápido.
Vivo numa inhaca momentânea. Grudenta, pegajosa, limitante.
A gente se livra do concreto, material, carne-e-osso, presença, mas não se livra do abstrato, pensamento, sentimento.
Um saco.
Um saco pesado, gigante, que insiste em ficar amarrado na gente.
Um cadáver em decomposição, asqueroso, nojento, fétido. Que não tem mais sentido, que não presta pra nada. Uma sombra do que um dia foi algo bonito.
E então arrasto este cadáver. Por enquanto.
Vai ver que tem que ser assim mesmo. Porque na hora em que conseguir me livrar do fardo… aí nem que o cadáver ressuscite: vai continuar feio e podre.
Levanta não, Lázaro. Fica aí quietinho. Mortinho.
k