julho 2009


O Google leva muitas pessoas a caírem aqui quando fazem esta pergunta, portanto acho que seria legal divulgar esta informação =D

Nos desenhos animados, os pelicanos são mostrados carregando toda espécie de objeto em seus bicos, como carteiras, ferramentas e brinquedos. Mas a “bolsa” formada pela pele extensível sob o bico tem outro objetivo: apanhar os peixes de sua alimentação, servindo como uma espécie de “rede de pesca” quando o pelicano mergulha atrás de um cardume. Mas, de vez em quando, ela serve como “transporte” de peixes de um lugar a outro.
Outra utilidade da bolsa é oferecer alimento aos filhotes de forma mais fácil. Os filhotes recebem alimento semi-digerido pelos pais, e, como mesmo os recém nascidos possuem um longo bico, teriam dificuldade em pegá-lo no fundo da garganta dos pais, como fazem as outras aves marinhas.
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http://oreinoanimal.blogspot.com/2008/03/pelicano.html

Este papodepelicano tem algo parecido com o papo do pelicano? Acho que até tem, ó.

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De tudo um pouco

ou

de pouco um tudo?

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Quando eu tinha um ano de idade, nos mudamos para uma casa térrea e alugamos o apartamento. Dois anos depois, voltamos.

Aos 11 anos de idade, nos mudamos para Portugal e, novamente, alugamos o apartamento. Dois anos depois, voltamos.

Com 21 anos de idade, meus pais se mudaram para Curitiba. Não alugamos o apartamento, pois eu continuei morando nele. Dois anos depois, eles voltaram.

Fico pensando o que acontecerá ano que vem.

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Eu gosto de conversar com as pessoas.

Falar bostas e coisas superficiais? Comigo mesma.

Papos-cabeça, filosofias? Opa.

Dar o ombro pro outro chorar? O meu é expert.

Fofocar sobre a vida alheia? Claro, quem não faz isso?

Política e religião? Até isso eu discuto (apesar de me odiar cada vez que faço).

Discutir a relação? Isso é saudável sim, com moderação, óbvio.

Falar do que se pensa, do que se sente, com sinceridade? Não tenho medo de falar o que eu sinto.

Eu falo. Eu gosto de esclarecer as coisas. Vejam, eu não sou perfeita e não me acho a dona da verdade. Por essas coisas, por não me achar perfeita e por não ter medo, é que eu falo. Que eu procuro resolver.

As crianças, quando têm medo de uma situação, ou quando desconhecem o que está acontecendo, ou quando se sentem acuadas, não falam. Não procuram resolver problemas, porque, afinal, são crianças. Simplesmente ignoram o que acontece a volta delas, é a solução mais rápida para se livrar do que incomoda.

Eu não sou criança.

Consideração e respeito são coisas que eu prezo. Também prezo a compaixão, ou seja, tentar entender o que o outro sente.

Eu falo.

Eu não tenho medo.

Eu dou satisfação. Se me perguntar, eu respondo.

Faço isso por quem merece, e faço isso por mim.

E ouço, também.

Não tenho medo de ouvir críticas à minha pessoa.

Também não sou perfeita, eu erro. Mas não tenho medo de dar a cara a tapa.

Não é todo mundo que aguenta o tranco de ouvir o que não quer. Criticar, falar mal, dar lição de moral, dar gelo, ignorar, punir o outro, todo mundo faz. Todo mundo que se acha perfeito e acima do bem e do mal – pessoas que me dão pena.

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Gatos no cio são o UÓ.
Tem um aqui embaixo da janela chorando. Parece choro, tipo “MEL DELS, QUERO ACASALAAAAARRRRR, MISERICÓRDIAAAAA SOCORROOOOOO”.
Parece que o pobre animal sabe que vive à mercê do instinto puro e simples, que está sendo totalmente controlado por ele, e chora de desgosto. Enquanto não saciar sua vontade, padecerá nas mãos do seu próprio desejo.

É engraçado então, quando aparece um outro gato disposto a ajudá-lo a saciar a sua vontade. Ao invés do bichinho ficar feliz, ele ataca o outro como se fosse a visão do próprio capeta encarnado.

Bicho é uma merda, é que nem gente. Tudo um bando de sweet assholes.

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