maio 2009


Sabe essas mosquinhas idiotas de banheiro?

Acabei de matar uma, estava aqui no meu quarto!

WTF???

No banheiro até é tolerável, mas no quarto?

Onde é que esse mundo vai parar, meu Deus???

k

Quem inventou o alívio sabia o que estava fazendo.
O alívio é viciante.
E o alívio mental é infinitamente melhor do que o alívio físico, que já é maravilhoso.
Só que, prá vivenciar o alívio, é preciso sentir dor antes. Quanto maior a dor, maior o alívio.
Essa é a parte chata de ser viciada em alívio.
Mas é uma das melhores sensações que existem. Relaxar, sorrir, soltar aquele suspiro e saber que tudo vai ficar bem. Quase um encontro com Deus.
Por isso que vicia.
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Encontrei o equilíbrio.

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Here’s Jean Grey

I’m feeling a loneliness that I can’t even describe.
It’s a hole, a lack. But it cannot be filled by anyone, except me.
Because this solitude is me missing myself, the person that I always wanted to be and always afraid of being.
A power so great lies inside if me that I don’t know what to do with it.
And so I hide the person with the great power, and so I miss her more than anyone else, and so I feel this terrible loneliness.
Maybe someday the phoenix will be free.

kay

PS: Não levo mto jeito pra escrever em inglês, mas deu vontade.

*The Vines

A vida é feita de intenções, e não de ações. As ações dependem muito das circunstâncias externas e/ou das próprias pessoas que agem.

Mas as pessoas apenas vêem as ações e julgam através delas.

A intenção é pura, é a manifestação do sentimento, é o que acontece antes da vontade.
A vontade se transforma na ação.
Entre a intenção, a vontade e a ação existem milhares de coisas, que as influenciam direta e indiretamente, tornando muitas vezes a ação totalmente contrária à intenção. Por esse motivo que existe aquela frase “De boas intenções o inferno está cheio”. Porém, o contrário também se aplica: Muitas vezes a intenção é ruim, mas se manifesta numa boa ação. Quem já não viveu isso antes?

Como saber se uma boa ação esconde uma péssima intenção, ou se uma ação ruim esconde uma boa intenção? Geralmente a gente sabe usando a intuição, mas, na maioria das vezes, descobrimos tempos depois.

Por isso que é fundamental não julgar; o problema é que não somos perfeitos. Erramos. Repelimos uma dura crítica de quem quer o nosso bem, e aceitamos um elogio vindo de quem quer nos ver pelas costas.

Imagina, eu não quero te comer.

Tem gente que gosta de causar essa impressão dúbia como forma de manipular as pessoas, pensando que, desta forma, tenha poder sobre as situações. No caso de quem (eu) é mais transparente, às vezes é difícil se fazer claro: dar a entender que ações nem sempre refletem o que se sente.

A vida não é complicada, é complexa. As complicações nós criamos; a complexidade nos cria.

k