dezembro 2007


“Quebro a cabeça, logo existo.”

– Sempre questionei TUDO.

– Quando criança, uma vez me disseram para curtir mais minha infância.

– Notívaga – injustiçada pela sociedade.

– Personalidade extremamente melancólica.

– Carente de amigos: – artistas – gays – intelectuais (mas que cheirem bem).

– Geminiana, ou seja, vou do êxtase à depressão, e depois ao êxtase, e novamente à depressão.

– Totalmente careta. Não preciso de drogas, já sou naturalmente paranóica e fico imaginando coisas absurdas 24/7.

– É difícil me sentir à vontade em baladas, apesar de gostar de ir.

– Escrevo desde os 11 anos e nunca consigo terminar minhas histórias, exceto por uma novela em que todos morrem no final.

Tenho milhares de qualidades, mas para ser diferente listarei meus defeitos, assim vocês não se decepcionam depois.

– Ranzinza

– Sarcasmo – that’s my middle name

– Pessimista

– Tenho inveja de pessoas que possuem algo que eu quero (tanto material como abstrato), mas sem desejar mal à ninguém.

– Viciada em desabafar – muitas vezes coisas que deveria guardar pra mim; muitas vezes para pessoas erradas

– Bicho do mato – infelizmente por causa disso me consideram altiva e presunçosa

– Tenho manias estranhas

– Preguiçosa (porém a mente 300 por hora)

– Acho que sou a única pessoa que conheço que gostava do grupo Meia Soquete, do qual Adriane Galisteu, ainda uma adolescente, fazia parte.

– Estou completamente viciada no programa Medalhão Persa.

Certa vez ouvi de um amigo que “Pior do que ser feio é ser esquisito”. Devo admitir, com pesar, que ele estava certo.

k (2005)

Nowhere Man

He’s a real nowhere man,

Sitting in his nowhere land,

Making all his nowhere plans for nobody.

Doesn’t have a point of view,

Knows not where he’s going to,

Isn’t he a bit like you and me?

Nowhere man, please listen,

You don’t know what you’re missing,

Nowhere man, the world is at your command.

He’s as blind as he can be,

Just sees what he wants to see,

Nowhere man can you see me at all?

Nowhere man, don’t worry,

Take your time, don’t hurry,

Leave it all ‘till somebody else lends you a hand.

Doesn’t have a point of view,

Knows not where he’s going to,

Isn’t he a bit like you and me?

Nowhere man, please listen,

You don’t know what you’re missing,

Nowhere man, the world is at your command.

He’s a real nowhere man,

Sitting in his nowhere land,

Making all his nowhere plans for nobody.

Making all his nowhere plans for nobody.

Making all his nowhere plans

For nobody.

The Beatles

(Nesses tempos de folga do trabalho e com uma grana legal no banco, eu durmo a maior parte do tempo rs.)

Aiaiai…

O telefone toca e nunca é para mim! Quando é, ouço do outro lado da linha uma porra de atendente de banco me oferecendo merda que eu já conheço e não quero, nãaaoooo queroooooooooooooooooo!

Olho várias vezes no celular e ninguém me ligou… às vezes corro que nem louca porque está tocando, olho e vejo que é o alarme!

Entro no e-mail e vejo que recebi flyer de “Feijoada com Pixote”… daí as idéias suicidas começam a rondar a minha menteeeeeee!

CADÊ AS PESSOAS???

Ninguém sente minha falta… ninguém quer conversar comigo!!! Não sou amada, desejada, a não ser por mim mesma (ha ha ha faz-me rir)!!! Aaaaaaahhhhhhhhhhh to sofrendoooooo!!!

PAF – PAF – PAF (tapas na cara)

Controle-se! E vá ser ridícula assim no raio que a parta!

Essa merda de tecnologia que faz com que – uma hora a gente esteja com todo mundo online no MSN; ou se vc está com o celular em Abu Dhabi é facilmente localizado; etc… E na outra se sinta em Terra de Ninguém, porém como era sua vida 10 anos atrás, quando não existiam essas merdas que nos deixam viciados por atenção!

Toma tento, sua doida!!! Tanta gente passando fome!!!

¬¬

k

Hoje é 03/12/07.

Quero saber quanto tempo mais eu viverei com esse conflito interno.

Quando tiver acabado, eu posto (tipo, esse blog ficará suspenso até lá… rsrsrs nada a ver).

“Quem espera deveria viver”, como disse a outra.

É que dá preguiça, sabe? Procurar, e talz.

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Iniciam-se as minhas férias, mas ainda tenho provas na faculdade… uma merda. Ainda bem que só restam mais duas provas… e aí ja era, vamos curtir o verão!!!

Mas como curtir sem gastar? Sem alguém prá fazer um sexo casual? Droga.

Preciso ir nos médicos também, ver como eu estou internamente, órgãos, fluidos corporais e tudo, e tal.

E O DINHEIRO, MEU DEUS??? Estou passando por uma fase mão-de-vaca.

E O SEXO, MEU DEUS???

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Ultimamente venho pensando sobre o meu papel nesse mundo.

Tá bom, confesso, esse pensamento existe há uns bons 15 anos, pelo menos.

Sou uma pessoa que deixa as outras felizes, boazinha, engraçada, etc. Mas reparei que não faço muita coisa no intuito de ME fazer sentir bem. Parece que eu tenho esse prazer masoquista de me boicotar.

Todos, e tudo o que eles fazem, são melhores que eu e o que eu faço. Se, por exemplo, algo dá errado, eu sempre me culpo, mesmo sabendo que a culpa não é minha.

Se alguém me faz de otária e depois fala que a culpa é minha, eu acredito.

Quer dizer, hoje, eu penso duas vezes sobre isso. Mas passei alguns anos da minha vida acreditando que a culpa por um relacionamento ridículo ter dado errado era minha.

Bom, graças a Deus que do relacionamento eu me livrei. Do auto-boicote ainda não, mas quem sabe um dia?

Meu grande problema é esperar por “esses dias”, nos quais a gente olha prá trás e pensa “Nossa, passou! Não sinto mais nada!”. A gente fica querendo tanto que esses dias cheguem, que passamos o tempo sonhando que eles chegaram e não fazemos mais nada. Que absuuuuuuurdo.

Tá, eu sei, “quem espera deveria viver”, como disse a outra, mas é difícil.

É difícil esperar pelo dia em que não existirá a auto-sabotagem. E que “aquilo lá” terá morrido.

Mas beleza, viveremos até então. É o início da campanha PARE DE SE BOICOTAR. Demorou.

k