Queria saber se existe mesmo coincidência, destino. Aqueles famosos sinais. Se a gente realmente deve aproveitar todas as oportunidades, fazer e dizer tudo o que tem vontade.

Acredito que a gente tem mesmo o poder de mudar as coisas à nossa volta, mas será que elas sempre têm que mudar? Às vezes é melhor deixar as coisas como estão.

Nesse mundo tão pró-ativo, tão rápido, seco, prático, quem não se mexe toda hora é tarjado de vagabundo, de preguiçoso, de fraco. As pessoas se esquecem de que o ócio pode ser algo maravilhoso, e que deixar rolar, recuar, ou às vezes até desistir e tentar algo novo podem ser as soluções para diversos problemas que afligem nossas mentes maníacas-pós-Revolução-Industrial.

Penso então, que é essa a grande sacada. Não é procurar saber sobre o destino e os sinais; é conseguir perceber a hora de gritar e a hora de calar. Só descobrindo o equilíbrio é que a gente pode perceber as coisas externas, as coincidências, os chamados do ser superior (hó!).

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